MULHERES NA LIDERANÇA: presença e influência em organizações internacionais nos dias atuais

Wendy Arevolo de Azevedo

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Abstract

Funções consideradas femininas e funções consideradas masculinas, são determinadas pelas relações de gênero perante a sociedade, e se faz presente em toda a história humana. Determinações estas, que impõem barreiras de difíceis transposição quando esses indivíduos fogem do estereótipo imposto a eles, caso da luta feminina pela igualdade de gêneros. Em quaisquer meios a mulher sempre encontrou dificuldade para ser ouvida e tomar decisões em espaços estereotipados como masculinos. Direitos sobre seu próprio corpo também foram, e são vetados. Essas atitudes patriarcais exercem influência direta na vida da mulher, as colocando sob esfera de privação e subordinação, que extrapolam seus domínios para âmbito internacional, não apenas pelo papel que os próprios atores internacionais desempenham, mas também, pela falta de ações ligadas ao tema “mulheres” dentro de organizações internacionais.

Palavras-Chave: mulheres, feminismo, organizações internacionais, UNESCO, liderança, desigualdade de gênero

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Com base na experiência brasileira das últimas décadas, o texto aborda o feminismo como um fenômeno que, embora enuncie genérica e abstratamente a emancipação feminina, se concretiza no âmbito de ... Abstract: Com base na experiência brasileira das últimas décadas, o texto aborda o feminismo como um fenômeno que, embora enuncie genérica e abstratamente a emancipação feminina, se concretiza no âmbito de contextos sociais, culturais, políticos e históricos específicos. O artigo mostra, inicialmente, o feminismo no Brasil, nos anos 1970, como um movimento de mulheres que se configura em oposição à ditadura militar e que foi se desenvolvendo, nas décadas seguintes, dentro das possibilidades e limites que se explicitaram no processo de abertura política. Argumenta-se, entretanto, que as dificuldades enfrentadas pelo feminismo brasileiro não dizem respeito apenas aos constrangimentos da conjuntura em que se manifestou, mas a impasses de ordem estrutural do feminismo, uma vez que as mulheres não são uma categoria universal, exceto pela projeção de nossas próprias referências culturais. Sua existência social e cultural implica a diversidade, instituindo fronteiras que recortam o mundo culturalmente identificado como feminino. A análise do feminismo, assim, requer a referência ao contexto de sua enunciação, que lhe dá o significado. Da mesma maneira, a análise das relações de gênero implica considerar a noção de pessoa, tal como concebida no universo simbólico ao qual se referem essas relações.

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